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quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Firefox coloca outros navegadores no bolso!
O Pocket é um novo recurso do Firefox que permite que você salve páginas e vídeos com apenas um clique. Ele remove conteúdo desnecessário e salva as páginas de uma forma limpa e livre de distrações para que você possa ler depois. Grave artigos, vídeos e páginas da web e depois use a Lista do Pocket para acessá-los em qualquer dispositivo — micro, tablet ou smartphone.
Tudo o que precisa é se registrar em uma conta gratuita e usar à vontade o botão do Pocket no seu navegador Firefox. Veja mais sobre este recurso em http://getpocket.com/login
Categoria:
INTERNET,
TECNOLOGIA
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
A Internet virou uma "coroa enxuta"
Hoje, dia 2/set/2009, a Internet completa, formalmente, 40 anos de idade! Sim, foi neste dia, em 1969, que dois computadores da Universidade da Califórnia (UCLA), em Los Angeles, trocaram dados entre si num teste da antiga rede ARPANet. Não existia ainda muita noção do que aquilo representaria no futuro, mas foi a 1ª experiência real de conexão entre equipamentos distintos. Muita coisa mudou no mundo até que a Internet se tornasse parte das nossas vidas. Tecnicamente, dá pra destacar alguns momentos e nomes importantes:
• 1974 - Vint Cerf e Bob Kahn desenvolveram o protocolo TCP (Transfer Control Protocol) que permitia a comunicação entre redes de diferentes tipos, portes e lugares. A adoção do IP (Internet Protocol), em 1983, consolidou a forma de comunicação que conhecemos e usamos hoje (TCP/IP).
• 1988 - Sim, o Morris, foi a 1ª praga virtual que circulou pela rede e prejudicou milhares de equipamentos — o "espírito de porco" virtual é tão antigo quanto a popularização da própria rede!
• 1989 - A America Online (AOL) foi criada para conectar computadores da Apple e abocanhou quase 30 milhões de americanos até o início deste século.
• 1990 - Tim Berners-Lee (considerado "pai da Internet" - ou um deles) criou a WWW (World Wide Web) que refletia o princípio da "teia" mundial de interligação dos computadores.
• 1993/4 - Marc Andreessen e seus colegas criam o Mosaic, o primeiro navegador de Internet com facilidade de mostrar textos e gráficos na mesma página. O Mosaic foi a base do Netscape. Com a evolução do Internet Explorer, da Microsoft, o grupo Mozilla, que cuidava da manutenção do Netscape, respondeu com o Firefox — para mim, que sou da área técnica, Netscape e Firefox sempre deixaram o IE no chinelo!
• 1995 - Nasce a Amazon.com — começa a popularização das vendas pela Internet.
• 1998 - Um projeto iniciado na Universidade de Stanford (EUA) toma corpo e se transforma em mais um fenômeno da rede: o Google.
• 1989 - Shawn Fanning cria um meio simples de compartilhar arquivos na rede através do seu Napster. A troca de músicas em formato .MP3 explodiu e rendeu uma polêmica de quebra de direitos autorais que vai durar por muito tempo ainda.
• 2000 - Acontece a "bolha" da Internet, às vésperas do século XXI. Empresas nascem e crescem do dia para a noite; da mesma forma, muitas desaparecem.
• 2003 - Marck Zuckerberg cria o Facebook. Pouco depois, em 2004, o turco Orkut Büyükkokten lança o seu Orkut. Nascem as "redes sociais".
• 2005 - Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, funcionários do PayPal, criam o YouTube, que também dispensa maiores apresentações.
• 2006 - A população usuária da Internet do mundo ultrapassa 1 bilhão de pessoas. O Google começa a ameaçar a supremacia da Microsoft como a maior empresa de informática do mundo.
• 2007 - O iPhone da Apple conecta milhões de pessoas através da Internet sem fio.
• 2008 - A WEB 2.0 começa a sua difusão; computação em nuvem, automação de escritórios sem programas instalados, comunicação sem fio (wireless), netbooks feitos para trabalhos simples com acesso à rede, explosão de blogs, e acesso de um número cada vez maior de pessoas.
• 2009 - A "bola da vez" é o Twitter! A comunicação direta, via microblogs vem invadindo o mundo e conectando os mais "antenados" com a rede mundial.
Esse aí em cima é o Len Kleinrock, um dos pioneiros da internet, fazendo pose ao mexer no Interface Message Processor; jamais ele imaginou que aquela experiência insípida se tornaria nessa "coroa enxuta" de 40 anos, que ainda parece ter disposição para nos trazer muitos benefícios.
Fonte: Associated Press

• 1974 - Vint Cerf e Bob Kahn desenvolveram o protocolo TCP (Transfer Control Protocol) que permitia a comunicação entre redes de diferentes tipos, portes e lugares. A adoção do IP (Internet Protocol), em 1983, consolidou a forma de comunicação que conhecemos e usamos hoje (TCP/IP).
• 1988 - Sim, o Morris, foi a 1ª praga virtual que circulou pela rede e prejudicou milhares de equipamentos — o "espírito de porco" virtual é tão antigo quanto a popularização da própria rede!
• 1989 - A America Online (AOL) foi criada para conectar computadores da Apple e abocanhou quase 30 milhões de americanos até o início deste século.
• 1990 - Tim Berners-Lee (considerado "pai da Internet" - ou um deles) criou a WWW (World Wide Web) que refletia o princípio da "teia" mundial de interligação dos computadores.
• 1993/4 - Marc Andreessen e seus colegas criam o Mosaic, o primeiro navegador de Internet com facilidade de mostrar textos e gráficos na mesma página. O Mosaic foi a base do Netscape. Com a evolução do Internet Explorer, da Microsoft, o grupo Mozilla, que cuidava da manutenção do Netscape, respondeu com o Firefox — para mim, que sou da área técnica, Netscape e Firefox sempre deixaram o IE no chinelo!
• 1995 - Nasce a Amazon.com — começa a popularização das vendas pela Internet.
• 1998 - Um projeto iniciado na Universidade de Stanford (EUA) toma corpo e se transforma em mais um fenômeno da rede: o Google.
• 1989 - Shawn Fanning cria um meio simples de compartilhar arquivos na rede através do seu Napster. A troca de músicas em formato .MP3 explodiu e rendeu uma polêmica de quebra de direitos autorais que vai durar por muito tempo ainda.
• 2000 - Acontece a "bolha" da Internet, às vésperas do século XXI. Empresas nascem e crescem do dia para a noite; da mesma forma, muitas desaparecem.
• 2003 - Marck Zuckerberg cria o Facebook. Pouco depois, em 2004, o turco Orkut Büyükkokten lança o seu Orkut. Nascem as "redes sociais".
• 2005 - Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, funcionários do PayPal, criam o YouTube, que também dispensa maiores apresentações.
• 2006 - A população usuária da Internet do mundo ultrapassa 1 bilhão de pessoas. O Google começa a ameaçar a supremacia da Microsoft como a maior empresa de informática do mundo.
• 2007 - O iPhone da Apple conecta milhões de pessoas através da Internet sem fio.
• 2008 - A WEB 2.0 começa a sua difusão; computação em nuvem, automação de escritórios sem programas instalados, comunicação sem fio (wireless), netbooks feitos para trabalhos simples com acesso à rede, explosão de blogs, e acesso de um número cada vez maior de pessoas.
• 2009 - A "bola da vez" é o Twitter! A comunicação direta, via microblogs vem invadindo o mundo e conectando os mais "antenados" com a rede mundial.
Esse aí em cima é o Len Kleinrock, um dos pioneiros da internet, fazendo pose ao mexer no Interface Message Processor; jamais ele imaginou que aquela experiência insípida se tornaria nessa "coroa enxuta" de 40 anos, que ainda parece ter disposição para nos trazer muitos benefícios.Fonte: Associated Press
Categoria:
ATUALIDADES,
INTERNET,
TECNOLOGIA
segunda-feira, 20 de julho de 2009
40 anos da chegada à Lua
Precisamente hoje, 20 de julho de 2009, faz 40 anos que o módulo tripulado da Apolo 11 pousou na Lua. O comandante da missão, Neil Armstrong (à esquerda, na foto), foi o primeiro homem a pisar o solo lunar. Edwin Aldrin (á direita) o acompanhou na caminhada na Lua, e Michael Collins (ao centro) ficou no comando do módulo Columbia, a 100 km da superfície, e não desceu.Muita gente (perto de 10% da população mundial) não acredita que isso tenha realmente acontecido — a tal da "Teoria da Conspiração Lunar" demonstra que tudo não passou de uma encenação para que os Estados Unidos se considerassem superiores à União Soviética, hoje extinta.
A Nasa, por um "desleixo", permitiu que as 45 fitas originais da viagem fossem regravadas! Isso mesmo... apagaram o material existente porque, segundo alguém que não revelam o nome, tudo o que era necessário já tinha sido "anotado"! Todas as imagens que vemos por aí são meras cópias. Como quase tudo era ao vivo naquela época, e poucas pessoas tinham TV, o conceito de importância que damos hoje aos vídeos não existia. Apesar de estar começando a me entender por gente, confesso que foi a coisa mais impressionante que vi numa TV preto e branco, ao lado de meu pai, embasbacado e custando a acreditar no que via.
De qualquer forma, real ou não, o episódio se transformou num marco para a história e foi — citando Armstrong — "um pequeno passo para um homem, mas um enorme salto para a humanidade".
Categoria:
CIÊNCIA,
TECNOLOGIA
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Twitter? O que é isso?
"O Twitter é um megafone virtual coletivo! Às vezes, é você quem fala mais alto; noutras vezes, é o resto do mundo."
Muitas pessoas já ouviram falar do Twitter mas nem têm ideia do que seja ou para que serve. Elaborei aqui um pequeno texto com a pretensão de eliminar as primeiras dúvidas e mostrar como essa nova ferramenta pode ser usada de maneira útil.
De onde surgiu?
O Twitter foi criado para ser um "microblog", ou seja, um meio de fazer com que as pessoas pudessem ter acesso a informações de modo rápido e objetivo. Os pássaros se comunicam com gorjeios rápidos, uns com os outros — "twitter" é gorjear, em inglês — e, pensando nisso, foi criado esse meio de troca de mensagens. Uma das bases do serviço também é o envio de mensagens por celular (SMS) que possui uma limitação de 160 caracteres, em geral; como em alguns casos esse limite é menor, o tamanho máximo das mensagens no Twitter é de 140 caracteres.
Para que serve o Twitter?
Espelhado no conceito de "microblog", a primeira pergunta é "o que você está fazendo agora?". Se você levar isso em consideração (como muitos fazem), vai usar um serviço de forma pouco interessante. Uns dizem que estão viajando, ou que vão almoçar ou fumar; alguns decidem até dizer quando vão ao banheiro! O Twitter pode ser muito mais que isso. Com a facilidade de se colocar disponível informações para milhares de pessoas, instantaneamente, você pode usar o Twitter para dar notícias em 1ª mão, divulgar lançamento de produtos ou serviços, fazer promoções especiais, mandar mensagens importantes a grupos de pessoas e, até mesmo, colocar textos engraçados.
Como funciona?
Você se registra no Twitter (http://twitter.com) — cria uma conta (login) e monta o seu perfil (dados pessoais, foto, estilo visual, etc.). Aí você começa a escolher pessoas a quem vai seguir. Esse é o funcionamento básico do Twitter: alguém coloca um "twit" e, imediatamente, todos os seguidores recebem aquela informação.... Tá, mas... e daí?
Quem vou seguir? E quem vai me seguir?
Normalmente, as pessoas escolhem amigos e parentes que já estejam cadastrados, celebridades ou empresas conhecidas. Aos poucos, vendo a página de outro usuário, você pode encontrar novos usuários que queira seguir. À medida que você também coloca conteúdo interessante nos seus "twits", outras pessoas podem se tornar os seus seguidores — e, então, vão receber tudo o que você "twittar". Cria-se, então, uma imensa rede de comunicação integrada e instantânea! Existem catálogos divididos por temas (http://wefollow.com/top) indicando os mais populares — temas são precedidos de "#"; por exemplo, #news, #celebrity, #cinema, #radio, etc.
E onde está a graça?
O legal do Twitter é que você passa a ter acesso direto a empresas e pessoas no mundo todo! Aquele galã, aquela cantora famosa, um jornalista conceituado, um programa de TV, tudo — absolutamente tudo — fica ao alcance de um clique no botão [follow] — usado para você seguir alguém. Como dito antes, você tem acesso a notícias, dicas e informações diversas muito mais rapidamente que eu qualquer outro meio. E acaba descobrindo pontos comuns entre você e as pessoas que lhe seguem ou que você está seguindo. A página do Twitter tem um vídeo que explica isso, com legendas em português — veja-o com atenção.
Como fazer para ler e enviar os "twits"?
O Twitter pode ser usado no computador de mesa, no notebook, no celular, num smartphone ou em outros dispositivos que permitam o acesso a Internet. Ou você acessa a página do Twitter, com o seu login, ou você usa um dos inúmeros suplementos para o seu navegador de internet (IE, Firefox, Chrome, etc.) que lhe avisam, na hora, cada mensagem que você recebe (por exemplo: Tweetie, EchoFon, TwitterFeed, Twibble, etc.); este mesmo suplemento também permite que você envie suas mensagens.
E o que tem mais?
Se você viu um "twit" de alguém e achou interessante, pode reenviá-lo com um RT (ReTwit); todos os seus seguidores ("FLWrs") também recebem a mesma informação. Se quiser enviar um mensagem especificamente para uma pessoa — mas precisa ser alguém que esteja seguindo você — basta mandar um DM (Direct Message) colocando antes da mensagem o nome de usuário da pessoa, sempre precedido de "@" (arrôba). O nome de usuário é o que você define quando se registra no Twitter e é único — à direita de cada perfil você também encontra ícones que permitem estas ações. O "twit" vai direto para a pessoa informada, mas continua disponível na página de quem "twittou" e de quem foi "twittado". A propósito, cuidado! Tudo no Twitter é muito público — nunca use termos grosseiros nem nada que possa ofender a alguém!
Ainda há os "TT" (Trending Topics) que ficam à direita da sua página no Twitter. Eles indicam os assuntos mais comentados no momento — a lista é atualizada a cada atualização da página e pode mostrar palavras-chave precedidas de "#". Se clicar num dos itens dessa lista você vai ver os "twits" mais recentes que contêm a referida palavra ou tema. Você pode "engordar" a lista escrevendo no seu "twit" uma palavra (precedida ou não de "#"); automaticamente ela vai para a lista e, se for muitíssimo popular, certamente vai figurar entre os primeiros TT's.
Existe um número vertiginosamente crescente de ferramentas sendo criadas para complementar as funcionalidades do Twitter. Basta ficar atento ou procurar em um mecanismo de busca para se informar melhor; há também jogos, enquetes e muitas coisas interessantes para fazer de você um "twitteiro" de respeito!
Você pode bloquear alguém que considere indesejado, pode escolher seguir ("follow") ou não seguir ("unfollow") quem você quiser, na hora que quiser — alguns usuários restrigem, na definição do perfil, a adesão de seguidores (que ficam submetidos a aprovação) —, pode colocar fotos (Twitpic), pode inserir endereços de internet (URL's) — que são comprimidos usando um serviço especial (bit.ly ou migre.me) —, e pode fazer muito mais coisas com as ferramentas que estão sendo lançadas para integração com Twitter.
Últimos lembretes: Acostume-se com os termos e abreviações, comuns no Twitter. Tome cuidado com perfis falsos de celebridades; de qualquer forma, você vai ver que é muito fácil conversar diretamente com seus ídolos, pessoas famosas ou influentes — boa parte está realmente usando o Twitter! Deixe de seguir ("unfollow") pessoas que mandam muitos "twits" sem sentido, repetitivos ou desinteressantes a você; o objetivo do Twitter é manter uma comunicação direta e limpa com pessoas do mundo inteiro! Portanto, faça bom uso e "twit" à vontade...
Muitas pessoas já ouviram falar do Twitter mas nem têm ideia do que seja ou para que serve. Elaborei aqui um pequeno texto com a pretensão de eliminar as primeiras dúvidas e mostrar como essa nova ferramenta pode ser usada de maneira útil.De onde surgiu?
O Twitter foi criado para ser um "microblog", ou seja, um meio de fazer com que as pessoas pudessem ter acesso a informações de modo rápido e objetivo. Os pássaros se comunicam com gorjeios rápidos, uns com os outros — "twitter" é gorjear, em inglês — e, pensando nisso, foi criado esse meio de troca de mensagens. Uma das bases do serviço também é o envio de mensagens por celular (SMS) que possui uma limitação de 160 caracteres, em geral; como em alguns casos esse limite é menor, o tamanho máximo das mensagens no Twitter é de 140 caracteres.
Para que serve o Twitter?
Espelhado no conceito de "microblog", a primeira pergunta é "o que você está fazendo agora?". Se você levar isso em consideração (como muitos fazem), vai usar um serviço de forma pouco interessante. Uns dizem que estão viajando, ou que vão almoçar ou fumar; alguns decidem até dizer quando vão ao banheiro! O Twitter pode ser muito mais que isso. Com a facilidade de se colocar disponível informações para milhares de pessoas, instantaneamente, você pode usar o Twitter para dar notícias em 1ª mão, divulgar lançamento de produtos ou serviços, fazer promoções especiais, mandar mensagens importantes a grupos de pessoas e, até mesmo, colocar textos engraçados.
Como funciona?
Você se registra no Twitter (http://twitter.com) — cria uma conta (login) e monta o seu perfil (dados pessoais, foto, estilo visual, etc.). Aí você começa a escolher pessoas a quem vai seguir. Esse é o funcionamento básico do Twitter: alguém coloca um "twit" e, imediatamente, todos os seguidores recebem aquela informação.... Tá, mas... e daí?
Quem vou seguir? E quem vai me seguir?
Normalmente, as pessoas escolhem amigos e parentes que já estejam cadastrados, celebridades ou empresas conhecidas. Aos poucos, vendo a página de outro usuário, você pode encontrar novos usuários que queira seguir. À medida que você também coloca conteúdo interessante nos seus "twits", outras pessoas podem se tornar os seus seguidores — e, então, vão receber tudo o que você "twittar". Cria-se, então, uma imensa rede de comunicação integrada e instantânea! Existem catálogos divididos por temas (http://wefollow.com/top) indicando os mais populares — temas são precedidos de "#"; por exemplo, #news, #celebrity, #cinema, #radio, etc.
E onde está a graça?
O legal do Twitter é que você passa a ter acesso direto a empresas e pessoas no mundo todo! Aquele galã, aquela cantora famosa, um jornalista conceituado, um programa de TV, tudo — absolutamente tudo — fica ao alcance de um clique no botão [follow] — usado para você seguir alguém. Como dito antes, você tem acesso a notícias, dicas e informações diversas muito mais rapidamente que eu qualquer outro meio. E acaba descobrindo pontos comuns entre você e as pessoas que lhe seguem ou que você está seguindo. A página do Twitter tem um vídeo que explica isso, com legendas em português — veja-o com atenção.
Como fazer para ler e enviar os "twits"?
O Twitter pode ser usado no computador de mesa, no notebook, no celular, num smartphone ou em outros dispositivos que permitam o acesso a Internet. Ou você acessa a página do Twitter, com o seu login, ou você usa um dos inúmeros suplementos para o seu navegador de internet (IE, Firefox, Chrome, etc.) que lhe avisam, na hora, cada mensagem que você recebe (por exemplo: Tweetie, EchoFon, TwitterFeed, Twibble, etc.); este mesmo suplemento também permite que você envie suas mensagens.
E o que tem mais?
Se você viu um "twit" de alguém e achou interessante, pode reenviá-lo com um RT (ReTwit); todos os seus seguidores ("FLWrs") também recebem a mesma informação. Se quiser enviar um mensagem especificamente para uma pessoa — mas precisa ser alguém que esteja seguindo você — basta mandar um DM (Direct Message) colocando antes da mensagem o nome de usuário da pessoa, sempre precedido de "@" (arrôba). O nome de usuário é o que você define quando se registra no Twitter e é único — à direita de cada perfil você também encontra ícones que permitem estas ações. O "twit" vai direto para a pessoa informada, mas continua disponível na página de quem "twittou" e de quem foi "twittado". A propósito, cuidado! Tudo no Twitter é muito público — nunca use termos grosseiros nem nada que possa ofender a alguém!
Ainda há os "TT" (Trending Topics) que ficam à direita da sua página no Twitter. Eles indicam os assuntos mais comentados no momento — a lista é atualizada a cada atualização da página e pode mostrar palavras-chave precedidas de "#". Se clicar num dos itens dessa lista você vai ver os "twits" mais recentes que contêm a referida palavra ou tema. Você pode "engordar" a lista escrevendo no seu "twit" uma palavra (precedida ou não de "#"); automaticamente ela vai para a lista e, se for muitíssimo popular, certamente vai figurar entre os primeiros TT's.
Existe um número vertiginosamente crescente de ferramentas sendo criadas para complementar as funcionalidades do Twitter. Basta ficar atento ou procurar em um mecanismo de busca para se informar melhor; há também jogos, enquetes e muitas coisas interessantes para fazer de você um "twitteiro" de respeito!
Você pode bloquear alguém que considere indesejado, pode escolher seguir ("follow") ou não seguir ("unfollow") quem você quiser, na hora que quiser — alguns usuários restrigem, na definição do perfil, a adesão de seguidores (que ficam submetidos a aprovação) —, pode colocar fotos (Twitpic), pode inserir endereços de internet (URL's) — que são comprimidos usando um serviço especial (bit.ly ou migre.me) —, e pode fazer muito mais coisas com as ferramentas que estão sendo lançadas para integração com Twitter.
Últimos lembretes: Acostume-se com os termos e abreviações, comuns no Twitter. Tome cuidado com perfis falsos de celebridades; de qualquer forma, você vai ver que é muito fácil conversar diretamente com seus ídolos, pessoas famosas ou influentes — boa parte está realmente usando o Twitter! Deixe de seguir ("unfollow") pessoas que mandam muitos "twits" sem sentido, repetitivos ou desinteressantes a você; o objetivo do Twitter é manter uma comunicação direta e limpa com pessoas do mundo inteiro! Portanto, faça bom uso e "twit" à vontade...
sábado, 29 de dezembro de 2007
Vem aí o DVD com 1 Terabyte de capacidade!
Uma empresa israelense está se preparando para mostrar como planeja armazenar até 1 Terabyte em um único DVD, fabricado com um polímero semelhante ao que é usado nas atuais mídias, embora muito mais poderoso.
No início da década de 90 os CD's começaram a ficar mais populares e baratos, em substituição aos valorosos e heróicos discos de vinil. Surgiram formatos diferentes, mas logo foram unificados para evitar o que já havia acontecido com os videocassetes, na década anterior, entre os formatos VHS e Betamax.
Pouco depois, os DVD's tomaram o lugar das fitas magnéticas para armazenamento de filmes, com muito mais recursos e qualidade de som e imagem. Novamente, uma sopa de letrinhas (DVD, DVD-ROM, DVD+R e DVD-R, DVD-RAM, DVD+R/W, DVD+R DL, etc.) de formatos e capacidades invadiu o mercado confundindo um pouco a cabeça dos usuários finais. Agora já temos os formatos HD-DVD e Blu-ray. E existem mais outros dois: o chinês EVD e o britânico VMD!
Um grande diferencial entre esse emaranhado de letras é, dentre outros, justamente a capacidade de armazenamento de cada tipo de mídia. Um CD convencional é capaz de armazenar entre 700 e 800 MB (MegaBytes) - para fins quantitativos, considere cada MB como um pouco mais de 1 milhão de letras.
Os DVD's convencionais podem armazenar cerca de 4,7 GB (GigaBytes), onde cada GB equivale a 1024 MB; ou seja, um DVD corresponde a mais de 6 CD's! Os atuais DVD de "dupla camada" atingem os 8,5 GB de espaço — algo entre 10 e 12 CD's. Os formatos HD-DVD (DVD de alta definição) conseguem armazenar até 15 GB (ou 30 GB, em dupla camada), enquanto que os do tipo Blu-ray chegam a 25 GB (ou 50 GB, nos DL).
A israelense Mempile afirma que seus DVD's Teradisc vão alcançar 1 TB (TeraByte), melhor dizendo, um "trilhão" de bytes! Espaço suficiente para alojar quase 1500 CD's, ou mais de 250 mil fotos com altíssima qualidade, ou 40 filmes em alta definição (HD), ou ainda cerca de 115 filmes em qualidade de DVD! A questão é que somos devoradores de bytes! E, quanto mais temos, mais precisamos. Isso implica em dizer que essa relação deve cair um pouco.
Os drives de DVD com essa capacidade vão ser vendidos inicialmente por um valor que deve variar de 3 a 4 mil reais, e cada disco de, pelo menos, 700 GB deve chegar ao mercado em 2011, por cerca de 30 dólares.
Não podemos é ficar espantados com a possibilidade de, daqui a uns 5 ou 6 anos, comprar um único disco com os episódios completos de todas as temporadas de 'Friends', 'Lost', 'Desperate Housewives' e 'Heroes', em 10 idiomas, com extras e trilhas sonoras, por menos de R$ 20, num camelô da esquina...
Fonte: Computerworld
Publicado no jornal O Debate em 29/dez/2007
No início da década de 90 os CD's começaram a ficar mais populares e baratos, em substituição aos valorosos e heróicos discos de vinil. Surgiram formatos diferentes, mas logo foram unificados para evitar o que já havia acontecido com os videocassetes, na década anterior, entre os formatos VHS e Betamax.
Pouco depois, os DVD's tomaram o lugar das fitas magnéticas para armazenamento de filmes, com muito mais recursos e qualidade de som e imagem. Novamente, uma sopa de letrinhas (DVD, DVD-ROM, DVD+R e DVD-R, DVD-RAM, DVD+R/W, DVD+R DL, etc.) de formatos e capacidades invadiu o mercado confundindo um pouco a cabeça dos usuários finais. Agora já temos os formatos HD-DVD e Blu-ray. E existem mais outros dois: o chinês EVD e o britânico VMD!
Um grande diferencial entre esse emaranhado de letras é, dentre outros, justamente a capacidade de armazenamento de cada tipo de mídia. Um CD convencional é capaz de armazenar entre 700 e 800 MB (MegaBytes) - para fins quantitativos, considere cada MB como um pouco mais de 1 milhão de letras.
Os DVD's convencionais podem armazenar cerca de 4,7 GB (GigaBytes), onde cada GB equivale a 1024 MB; ou seja, um DVD corresponde a mais de 6 CD's! Os atuais DVD de "dupla camada" atingem os 8,5 GB de espaço — algo entre 10 e 12 CD's. Os formatos HD-DVD (DVD de alta definição) conseguem armazenar até 15 GB (ou 30 GB, em dupla camada), enquanto que os do tipo Blu-ray chegam a 25 GB (ou 50 GB, nos DL).
A israelense Mempile afirma que seus DVD's Teradisc vão alcançar 1 TB (TeraByte), melhor dizendo, um "trilhão" de bytes! Espaço suficiente para alojar quase 1500 CD's, ou mais de 250 mil fotos com altíssima qualidade, ou 40 filmes em alta definição (HD), ou ainda cerca de 115 filmes em qualidade de DVD! A questão é que somos devoradores de bytes! E, quanto mais temos, mais precisamos. Isso implica em dizer que essa relação deve cair um pouco.
Os drives de DVD com essa capacidade vão ser vendidos inicialmente por um valor que deve variar de 3 a 4 mil reais, e cada disco de, pelo menos, 700 GB deve chegar ao mercado em 2011, por cerca de 30 dólares.
Não podemos é ficar espantados com a possibilidade de, daqui a uns 5 ou 6 anos, comprar um único disco com os episódios completos de todas as temporadas de 'Friends', 'Lost', 'Desperate Housewives' e 'Heroes', em 10 idiomas, com extras e trilhas sonoras, por menos de R$ 20, num camelô da esquina...
Fonte: Computerworld
Publicado no jornal O Debate em 29/dez/2007
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
TV digital brasileira, a 1ª TV com "Ginga"
Começou a funcionar oficialmente às 20h30 do dia 2 de dezembro de 2007, domingo, o sinal da TV digital no Brasil — a princípio, apenas para a Grande São Paulo. Pelo cronograma do Ministério das Comunicações, Brasília (jan/08), Belo Horizonte (mar/08) e Rio de Janeiro (mai/08) terão o sinal em meados do próximo ano; até o final de 2009 o sinal deverá estar disponível em todas as capitais e, até 2013, todos os municípios brasileiros terão TV digital. Tendo como limite o mês de dezembro de 2016, as emissoras brasileiras vão operar simultaneamente nas freqüências analógica e digital.A transmissão foi inaugurada com a exibição de um vídeo — muito bem feito, por sinal — que mostrou a cronologia da TV brasileira, com imagens de programas de diferentes emissoras, respeitando honrosamente as características da evolução no país. Eu, que vi praticamente tudo o que mostraram (as imagens em vídeo-tape só se tornaram possíveis de uns 40 anos pra cá) em segundos, senti um misto de saudade e alegria... emocionante mesmo!
Em discurso, o presidente Lula disse que a TV digital é uma revolução na comunicação e que essa mudança não pode ser cara, mas inclusiva. Várias personalidades da TV brasileira estavam presentes, abrilhantando o grandiosismo do momento. É uma comemoração bem maior, respeitadas as proporções, do que a chegada da cor na TV, em 1972.
O sistema digital, gratuito, promete ao telespectador imagem e som muito melhores, sem os "chuviscos" e "fantasmas" e com qualidade de áudio comparável a de um CD. Com a alta definição (HDTV, ou High Definition TV) os programas terão a nitidez e o formato do cinema como se vê nos DVD's atuais — a chamada "tela larga" (16:9, em vez da habitual 4:3).
Outras vantagens para breve serão a portabilidade, a mobilidade, a interatividade e a multiprogramação. As emissoras poderão transmitir mais de um programa simultaneamente ou diferentes tomadas da mesma cena (para que o telespectador escolha a melhor), entre outros benefícios, e permitirão assistir TV em qualquer lugar do país e em qualquer tipo de dispositivo retransmissor, incluindo os celulares.
Nenhum dos aparelhos de TV de plasma ou LCD vendidos até o momento (ou a maioria deles) tem o circuito interno de recepção de sinais de TV Digital, portanto, será necessário comprar o conversor, sim. Ou seja, se você se apressou e gastou uma grana num TV de plasma ou LCD de mais de R$ 5 mil, com certeza vai ter que meter a mão no bolso de novo! Alguns fabricantes anunciaram para breve TVs de LCD ou plasma 'prontas para a TV Digital', ou seja, com o conversor integrado.
Apesar de ser baseado no modelo japonês, o Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD-T) tem algumas mudanças particulares. Uma delas foi a opção de construir um sistema de interatividade nacional — o 'Ginga' —, desenvolvido pela PUC do Rio de Janeiro e pela Universidade Federal da Paraíba, em regime de 'código aberto', sem custo de licença. Ele é o responsável pela interação em tempo real - que permitirá, entre muitas outras coisas, que se possa, por exemplo, comprar online produtos anunciados na TV, responder a testes ou votações, obter mais informações sobre determinados produtos ou programas, e muito mais. Fique de olho: os primeiros conversores a chegar no mercado ainda não têm o 'Ginga' instalado. Assim, a interação em suas possibilidades mais amplas deverá ganhar força mesmo dentro de 1 ou 2 anos.
Se você assinou uma TV por assinatura recentemente, vai mexer no bolso de novo! Os canais via cabo ou satélite já são digitais, mas não têm alta definição. A Net lançou um decodificador HD digital que evita ter que adquirir o conversor digital da TV aberta, mas a adesão ao serviço fica em torno de R$ 800! A Sky vai ter um seletor, mas ainda não apresentou solução definitiva. A TVA vai lançar o seu decodificador digital em janeiro de 2008, e ele também será pago. Quer dizer... o melhor mesmo é esperar mais um pouco para entrar de cabeça na era da TV Digital.
A única grande esperança é que os anseios do ministro das Comunicações Hélio Costa se tornem realidade: em poucos anos, o uso da TV Digital vai permitir melhorar substancialmente a qualidade do ensino por permitir transmissão de programas educativos, aulas à distância, e acesso a banda larga de graça em todo o território nacional! Só nos resta torcer e pedir a Deus que nos dê chance de desfrutar disso também.
Veja mais informações na Cartilha da TV Digital Brasileira.
Categoria:
ATUALIDADES,
TECNOLOGIA
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Cientistas desenvolvem bateria com carga para 30 anos
O laboratório de pesquisa da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) desenvolveu uma tecnologia de construção de baterias que dispensam a recarga por até 30 anos, mesmo em funcionamento constante. Ao que tudo indica, elas estarão disponiveis no mercado em 2 ou 3 anos.
Os cientistas da USAF revelaram ao mundo os princípios que permitem o funcionamento prolongado das baterias denominadas "beta-voltaicas", sem necessidade de recarga. Elas podem ser usadas em celulares, notebooks, hand-helds, e mais alguns aparelhos portáteis.
A base tecnológica é a desintegração de radioisótopos para capturar emissões de elétrons beta, utilizando a eletricidade deles para energizar chips e gerar uma corrente regular de energia. Em outras palavras, é uma substância radioativa — não tóxica — que gera energia constante por um período muito longo. Daí a possibilidade de usar estas baterias em notebooks, por exemplo, por cerca de 30 anos.
E estas baterias ainda possuem outros benefícios. Como as reações não são térmicas, não há geração de calor, ou seja, elas não esquentam — o que evita incêndios, como em casos já divulgados. As camadas de radioisótopos e semicondutores são muito finas e permitem o seu uso em aparelhos de tamanho físico bem reduzido. E, para completar, como não são prejudiciais ao ser humano, podem ser jogadas no lixo sem problema algum para o meio ambiente.
Obviamente, elas serão usadas primeiro em aparelhos de órgãos do governo americano e nas Forças Armadas. Entretanto, elas devem virar uma realidade comercial, ao alcance de todos, nos próximos 2 ou 3 anos.
Fonte: Electronista - Next Energy News
Publicado no jornal O Debate em 03/out/2007
Os cientistas da USAF revelaram ao mundo os princípios que permitem o funcionamento prolongado das baterias denominadas "beta-voltaicas", sem necessidade de recarga. Elas podem ser usadas em celulares, notebooks, hand-helds, e mais alguns aparelhos portáteis.
A base tecnológica é a desintegração de radioisótopos para capturar emissões de elétrons beta, utilizando a eletricidade deles para energizar chips e gerar uma corrente regular de energia. Em outras palavras, é uma substância radioativa — não tóxica — que gera energia constante por um período muito longo. Daí a possibilidade de usar estas baterias em notebooks, por exemplo, por cerca de 30 anos.
E estas baterias ainda possuem outros benefícios. Como as reações não são térmicas, não há geração de calor, ou seja, elas não esquentam — o que evita incêndios, como em casos já divulgados. As camadas de radioisótopos e semicondutores são muito finas e permitem o seu uso em aparelhos de tamanho físico bem reduzido. E, para completar, como não são prejudiciais ao ser humano, podem ser jogadas no lixo sem problema algum para o meio ambiente.
Obviamente, elas serão usadas primeiro em aparelhos de órgãos do governo americano e nas Forças Armadas. Entretanto, elas devem virar uma realidade comercial, ao alcance de todos, nos próximos 2 ou 3 anos.
Fonte: Electronista - Next Energy News
Publicado no jornal O Debate em 03/out/2007
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Google vai entrar no mercado de telefonia
O "gPhone" (peça chave do projeto "Android"), smartphone da Google, deve chegar ao mercado mundial agora em setembro. O interesse é conquistar mais uma fatia do mercado de tecnologia com uma solução simples, poderosa e barata.
O aparelho da Google, que deve concorrer com o iPhone da Apple, não deve se limitar somente a um único modelo de celular e, sim, de diferentes modelos de alguns fabricantes, como a HTC e a Samsung. Quem adquirir um destes aparelhos vai ter acesso a todas as tecnologias da Google: GMail, aplicativos Docs, GoogleMaps, monitoramento GPS, etc.

Existem rumores de que o "gPhone" — nome não oficial — possa também disputar espaço até mesmo com modelos de notebooks populares, com custo de produção mais baixo. O sistema operacional que controla o aparelho foi baseado no Linux e possui código aberto. As demais aplicações devem ser providas pela Google mesmo ou por empresas parceiras e desenvolvedoras de soluções.
O "gPhone" já havia sido anunciado no início de 2007, com o nome de "Google Switch", como um aparelho desenvolvido com tecnologia Samsung. Entretanto, a HTC, líder asiática na produção de eletrônicos, também deve estar desenvolvendo uma versão do aparelho.
Fonte: O Globo Online
Publicado no jornal O Debate em 30/ago/2007
O aparelho da Google, que deve concorrer com o iPhone da Apple, não deve se limitar somente a um único modelo de celular e, sim, de diferentes modelos de alguns fabricantes, como a HTC e a Samsung. Quem adquirir um destes aparelhos vai ter acesso a todas as tecnologias da Google: GMail, aplicativos Docs, GoogleMaps, monitoramento GPS, etc.

Existem rumores de que o "gPhone" — nome não oficial — possa também disputar espaço até mesmo com modelos de notebooks populares, com custo de produção mais baixo. O sistema operacional que controla o aparelho foi baseado no Linux e possui código aberto. As demais aplicações devem ser providas pela Google mesmo ou por empresas parceiras e desenvolvedoras de soluções.
O "gPhone" já havia sido anunciado no início de 2007, com o nome de "Google Switch", como um aparelho desenvolvido com tecnologia Samsung. Entretanto, a HTC, líder asiática na produção de eletrônicos, também deve estar desenvolvendo uma versão do aparelho.
Fonte: O Globo Online
Publicado no jornal O Debate em 30/ago/2007
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Pac Man ajuda a estudar a reação cerebral das pessoas
Uma equipe de pesquisadores do University College London desenvolveu um jogo de computador baseado no famoso Pac Man com o objetivo de estudar como o cérebro reage ao enfrentar situações de perigo. Ficou claro que o comportamento depende da distância em que a ameaça está porque mecanismos diferentes são ativados e indicam se o indivíduo deve fugir ou não.

Depois de tantos anos após o seu lançamento, o jogo Pac Man inspirou pesquisadores num estudo sobre a atividade cerebral humana frente a obstáculos e ameaças.
No jogo desenvolvido um predador caça um jogador voluntário dentro de um labirinto e as reações e a atividade cerebral desta pessoa examinada são medidas através de ressonância magnética. Quando o predador fica mais próximo, o temor de ser capturado faz a região cerebral que comanda a estratégia emitir estímulos imediatos para uma área que comanda a reação e o jogador foge; e ele recebe um choque elétrico suave toda vez em que é pego pelo predador.
Quando a ameaça está distante, a atividade do córtex pré-frontal - atrás das sobrancelhas - aumenta por causa da ansiedade e ajuda a controlar as reações. O curioso é que, ao pressentir o perigo, o funcionamento do cérebro assume uma postura mais primitiva de autoproteção e até se prepara para a dor. Dean Mobbs, líder da pesquisa, informou que a estratégia de sobrevivência é determinada pelo grau de ameaça que a pessoa sente; quanto mais perto está uma ameaça, mais impulsiva é a resposta do ser humano.
Se você é uma daquelas pessoas que acha que os jogos, principalmente os eletrônicos, foram criados apenas para divertir condicionando quem joga a ações meramente repetitivas de forma prejudicial, sem estímulo ao raciocínio e à criatividade, deve repensar seus conceitos. A maioria dos jogos surte efeito contrário, estimulando positivamente as reações humanas — o que deve ser verdadeiramente combatido é o exagero e o vício!
Publicado no jornal O Debate em 27/ago/2007

Depois de tantos anos após o seu lançamento, o jogo Pac Man inspirou pesquisadores num estudo sobre a atividade cerebral humana frente a obstáculos e ameaças.
Quando a ameaça está distante, a atividade do córtex pré-frontal - atrás das sobrancelhas - aumenta por causa da ansiedade e ajuda a controlar as reações. O curioso é que, ao pressentir o perigo, o funcionamento do cérebro assume uma postura mais primitiva de autoproteção e até se prepara para a dor. Dean Mobbs, líder da pesquisa, informou que a estratégia de sobrevivência é determinada pelo grau de ameaça que a pessoa sente; quanto mais perto está uma ameaça, mais impulsiva é a resposta do ser humano.
Se você é uma daquelas pessoas que acha que os jogos, principalmente os eletrônicos, foram criados apenas para divertir condicionando quem joga a ações meramente repetitivas de forma prejudicial, sem estímulo ao raciocínio e à criatividade, deve repensar seus conceitos. A maioria dos jogos surte efeito contrário, estimulando positivamente as reações humanas — o que deve ser verdadeiramente combatido é o exagero e o vício!
Publicado no jornal O Debate em 27/ago/2007
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Uma Polaroid que não precisa sacudir para ver a foto
A partir de 2008 deve estar disponível no mercado uma câmera digital com impressora embutida — uma versão atualizada das conhecidas câmeras Polaroid — usando um papel especial que reage ao calor e imprime sem usar tinta.
As empresas Polaroid e Zink vêm trabalhando no desenvolvimento de uma câmera digital que também pode imprimir instantaneamente as fotos tiradas. O nome Polaroid dispensa apresentações; Zink vem de "zero ink", ou seja, sem tinta, e é uma empresa que cria produtos com o mesmo conceito de rapidez de obtenção do resultado das antigas Polaroid — daí a parceria bem sucedida.
As empresas ainda estão desenvolvendo o produto final, mas a tecnologia de uso de impressoras tão pequenas que possam ser acopladas junto a câmeras ou celulares já existe e é fruto do trabalho da Zink. A impressora portátil se conecta a qualquer equipamento que possua conexão USB ou Bluetooth.

Para que as fotos saiam coloridas é usado um tipo de papel sensível ao calor; os correspondentes a "cabeças de impressão" ajustam cada ponto da imagem no papel para a cor correta, em diferentes temperaturas. O funcionamento é semelhante ao de impressoras térmicas de alta qualidade, só que em tamanho bastante reduzido. E, se você não gostar da impressão, pode usar o papel novamente, porque ele é reciclável.
A idéia é fazer chegar ao mercado um produto de qualidade e barato, acessível ao consumidor padrão de câmeras digitais e celulares com este recurso. Na verdade, a Zink até já possui o produto pronto, mas tudo indica que a parceria entre as duas empresas aposta na "Polaroid do futuro".
Fonte: Terra - Digital Drops
Publicado no jornal O Debate em 20/jun/2007
As empresas Polaroid e Zink vêm trabalhando no desenvolvimento de uma câmera digital que também pode imprimir instantaneamente as fotos tiradas. O nome Polaroid dispensa apresentações; Zink vem de "zero ink", ou seja, sem tinta, e é uma empresa que cria produtos com o mesmo conceito de rapidez de obtenção do resultado das antigas Polaroid — daí a parceria bem sucedida.
As empresas ainda estão desenvolvendo o produto final, mas a tecnologia de uso de impressoras tão pequenas que possam ser acopladas junto a câmeras ou celulares já existe e é fruto do trabalho da Zink. A impressora portátil se conecta a qualquer equipamento que possua conexão USB ou Bluetooth.

Para que as fotos saiam coloridas é usado um tipo de papel sensível ao calor; os correspondentes a "cabeças de impressão" ajustam cada ponto da imagem no papel para a cor correta, em diferentes temperaturas. O funcionamento é semelhante ao de impressoras térmicas de alta qualidade, só que em tamanho bastante reduzido. E, se você não gostar da impressão, pode usar o papel novamente, porque ele é reciclável.
A idéia é fazer chegar ao mercado um produto de qualidade e barato, acessível ao consumidor padrão de câmeras digitais e celulares com este recurso. Na verdade, a Zink até já possui o produto pronto, mas tudo indica que a parceria entre as duas empresas aposta na "Polaroid do futuro".
Fonte: Terra - Digital Drops
Publicado no jornal O Debate em 20/jun/2007
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Há 50 anos a primeira imagem digital era apenas um bebê
Hoje vemos imagens geradas por câmeras digitais, celulares, scanners, satélites, sondas espaciais, códigos de barras, etc. e nem imaginamos que há 50 anos tudo começou com o rosto de um bebê.
A primeira imagem considerada "digital" nasceu do interesse de um americano que teve a idéia, em 1957, de fazer com que os computadores pudessem "olhar para as imagens". Russell Kirsch, considerado um dos pioneiros da computação, trabalhava no National Bureau of Standards (NBS, atualmente National Institute of Standards and Technology, ou NIST) e, juntamente com outros colegas, construiu um certo tipo de scanner com um tambor rotativo. A mesma equipe já tinha desenvolvido o Standards Eastern Automatic Computer (SEAC), considerado o primeiro computador programável.
Eles conseguiram fazer com que a máquina pudesse traduzir uma imagem em códigos numéricos e, assim, pudesse ser armazenada digitalmente num computador. A primeira imagem possuía apenas 176 pixels (picture cells), um formato de 5 x 5 cm, elevado índice de granulação, e tinha sido gerada a partir de uma foto do filho de Kirsch de apenas 3 meses de idade, chamado Walden.

Independente da qualidade baixa daquela foto em preto e branco, a experiência abriu caminho para o tratamento digital de tudo o que se relaciona com imagens nos computadores e equipamentos eletrônicos atuais.
Em 2003, a revista Life escolheu a foto digitalizada do filho de Kirsch como uma das "100 fotografias que mudaram o mundo". Atualmente, Kirsch vive com sua esposa Joan, que estuda a história da arte, em Oregon, nos Estados Unidos. Walden, cujo rosto marcou o início da era da fotografia digital, trabalha na área de comunicação da Intel.
Fonte: IDG Now!
Publicado no jornal O Debate em 04/jun/2007
A primeira imagem considerada "digital" nasceu do interesse de um americano que teve a idéia, em 1957, de fazer com que os computadores pudessem "olhar para as imagens". Russell Kirsch, considerado um dos pioneiros da computação, trabalhava no National Bureau of Standards (NBS, atualmente National Institute of Standards and Technology, ou NIST) e, juntamente com outros colegas, construiu um certo tipo de scanner com um tambor rotativo. A mesma equipe já tinha desenvolvido o Standards Eastern Automatic Computer (SEAC), considerado o primeiro computador programável.
Eles conseguiram fazer com que a máquina pudesse traduzir uma imagem em códigos numéricos e, assim, pudesse ser armazenada digitalmente num computador. A primeira imagem possuía apenas 176 pixels (picture cells), um formato de 5 x 5 cm, elevado índice de granulação, e tinha sido gerada a partir de uma foto do filho de Kirsch de apenas 3 meses de idade, chamado Walden.

Independente da qualidade baixa daquela foto em preto e branco, a experiência abriu caminho para o tratamento digital de tudo o que se relaciona com imagens nos computadores e equipamentos eletrônicos atuais.
Em 2003, a revista Life escolheu a foto digitalizada do filho de Kirsch como uma das "100 fotografias que mudaram o mundo". Atualmente, Kirsch vive com sua esposa Joan, que estuda a história da arte, em Oregon, nos Estados Unidos. Walden, cujo rosto marcou o início da era da fotografia digital, trabalha na área de comunicação da Intel.
Fonte: IDG Now!
Publicado no jornal O Debate em 04/jun/2007
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Intel deve investir em chips telefônicos e VoIP
A Jajah atraiu o apoio da Intel para seu projeto de eliminar a distinção entre telefones e PC's. Ela alcançou 2 milhões de usuários com seu serviço de telefonia de longa distância pela Web e cresceu 66% nos últimos 3 meses.
A Intel pretende investir 20 milhões de dólares em um novo serviço, buscando maior integração da telefonia convencional - fixos e celulares - com o VoIP em computadores conectados à Internet. Com um incentivo desta magnitude os fundadores da Jajah acreditam que ela possa chegar logo ao patamar de empresas como Google, eBay e Yahoo. E pode ser que, com essa parceira, a tecnologia de telefonia via Internet seja incorporada aos microprocessadores.
O nome diferente é uma homenagem a Jajah Watamba, o inventor de um rudimentar dispositivo de comunicação à distância, chamado "bullroader", de origem australiana. Os nativos usavam esta ferramenta, feita de madeira e corda, que emitia um ruído característico e podia ser ouvido a quilômetros. Segundo os fundadores, Jajah é perfeito porque não significa nada em nenhum idioma, e é simples e diferente.
A Jajah foi fundada há 4 anos por Roman Scharf e Daniel Mattes. Ao trabalhar com videoconferências, Mattes se deu conta da importância de transmitir voz com qualidade e sem interrupções e resolveu investir numa tecnologia de compressão avançada de sons. Quando conseguiu um ótimo resultado, vendeu sua pequena empresa e se aliou a Scharf e mais três programadores aperfeiçoando o sistema de transporte de chamadas via Internet.
A idéia do serviço é bastante simples: você usa o número de um telefone convencional para "discar" para outro número de telefone em qualquer parte do mundo, ambos podendo ser fixos ou celulares. O sistema transforma a chamada em uma conexão IP imediatamente e usa os próprios aparelhos telefônicos para completar a ligação, ou seja, você tira o fone do gancho e aguarda a outra pessoa atender, como se fosse uma chamada normal.
A enorme diferença está no preço porque, na verdade, a ligação é feita pela Internet via VoIP — os aparelhos de origem e destino são meros instrumentos para a comunicação. Nada é tarifado na companhia telefônica regular, mas todas as ligações são abatidas de créditos comprados antecipadamente. Ainda assim, o custo das ligações acaba ficando, pelo menos, 80% inferior ao cobrado por uma companhia telefônica regular. O único inconveniente é que, como este serviço ainda não está nacionalizado, só é permitida a compra de créditos por transferência bancária para uma das instituições indicadas no site, em uma das 32 diferentes moedas disponíveis.
De qualquer modo, as perspectivas indicam claramente que este tipo de serviço vai impor uma nova realidade ao sistema de tarifação das ligações telefônicas. É só esperar mais um pouco.
Fonte: Plantão INFO - El País
Publicado no jornal O Debate em 25/mai/2007
A Intel pretende investir 20 milhões de dólares em um novo serviço, buscando maior integração da telefonia convencional - fixos e celulares - com o VoIP em computadores conectados à Internet. Com um incentivo desta magnitude os fundadores da Jajah acreditam que ela possa chegar logo ao patamar de empresas como Google, eBay e Yahoo. E pode ser que, com essa parceira, a tecnologia de telefonia via Internet seja incorporada aos microprocessadores.
O nome diferente é uma homenagem a Jajah Watamba, o inventor de um rudimentar dispositivo de comunicação à distância, chamado "bullroader", de origem australiana. Os nativos usavam esta ferramenta, feita de madeira e corda, que emitia um ruído característico e podia ser ouvido a quilômetros. Segundo os fundadores, Jajah é perfeito porque não significa nada em nenhum idioma, e é simples e diferente.A Jajah foi fundada há 4 anos por Roman Scharf e Daniel Mattes. Ao trabalhar com videoconferências, Mattes se deu conta da importância de transmitir voz com qualidade e sem interrupções e resolveu investir numa tecnologia de compressão avançada de sons. Quando conseguiu um ótimo resultado, vendeu sua pequena empresa e se aliou a Scharf e mais três programadores aperfeiçoando o sistema de transporte de chamadas via Internet.
A idéia do serviço é bastante simples: você usa o número de um telefone convencional para "discar" para outro número de telefone em qualquer parte do mundo, ambos podendo ser fixos ou celulares. O sistema transforma a chamada em uma conexão IP imediatamente e usa os próprios aparelhos telefônicos para completar a ligação, ou seja, você tira o fone do gancho e aguarda a outra pessoa atender, como se fosse uma chamada normal.
A enorme diferença está no preço porque, na verdade, a ligação é feita pela Internet via VoIP — os aparelhos de origem e destino são meros instrumentos para a comunicação. Nada é tarifado na companhia telefônica regular, mas todas as ligações são abatidas de créditos comprados antecipadamente. Ainda assim, o custo das ligações acaba ficando, pelo menos, 80% inferior ao cobrado por uma companhia telefônica regular. O único inconveniente é que, como este serviço ainda não está nacionalizado, só é permitida a compra de créditos por transferência bancária para uma das instituições indicadas no site, em uma das 32 diferentes moedas disponíveis.
De qualquer modo, as perspectivas indicam claramente que este tipo de serviço vai impor uma nova realidade ao sistema de tarifação das ligações telefônicas. É só esperar mais um pouco.
Fonte: Plantão INFO - El País
Publicado no jornal O Debate em 25/mai/2007
80% dos usuários de Internet vão "viver" em mundo virtual
De acordo com as previsões do Gartner Group, cerca de 80% dos usuários de Internet vão participar de um mundo virtual até 2011 — não especificamente o "Second Life". As empresas devem explorar melhor esta tendência.Esta "segunda vida" não se limita a um jogo de computador; pode ser muito mais do que isso. À primeira vista, uma empresa pode acreditar que essa nova tecnologia não traz nenhum tipo de benefício, mas é um ledo engano, segundo a avaliação dos pesquisadores do Gartner. E quem começar a investigar e fazer experiências com esta outra forma de relacionamento agora, pode obter grande êxito nos aspectos que dependem de atuação colaborativa, trabalhos em equipe, práticas comunitárias, e muito mais.
Entretanto, qualquer investimento precisa ter limites até que o ambiente esteja maduro e estável. Empresas multinacionais já usam o mundo virtual para qualificar pessoal à distância, para testar a aceitação de um novo produto, ou para fazer simulações e definir estratégias antes que elas sejam implantadas no mundo real. Algumas atividades representam redução de custos, mas nenhuma grande ação, até o momento, em algo verdadeiramente lucrativo e livre de especulação.
É preciso ter a nítida compreensão de que, por trás de cada "avatar" (personagem criado no mundo virtual) existe uma pessoa de carne e osso, com opinião própria, aspectos culturais, preferências e comportamento desenvolvidos no mundo real. As atitudes podem variar conforme a índole e intenção de cada um. As regras para a convivência neste outro mundo ainda não são sólidas.
O planejamento para uma investida dessa natureza deve ser muito bem feito. Quem conseguir se firmar nesse meio antes dos concorrentes, participando de forma relevante e agregando valor ao seu produto ou serviço, certamente pode tomar o rumo de um futuro promissor. Mas o próprio Gartner alerta que não adianta pensar em lucro num universo virtual pelos próximos 3 anos.
Fonte: IDG Now!
Publicado no jornal O Debate em 25/mai/2007
sábado, 12 de maio de 2007
Impressora faz cópias 3D de objetos em plástico
A Desktop Factory, uma empresa norte-americana, fabrica uma impressora capaz de fazer cópias 3D de objetos a um custo que pode ser usada até mesmo por usuários domésticos nos próximos quatro anos.
O anúncio feito pela empresa, uma companhia da IdeaLab, promete uma prototipagem rápida de quaisquer objetos usando plástico. O primeiro modelo chegou ao mercado com custo um pouco elevado. Em, no máximo, quatro anos, a companhia estima que o custo vai cair para cerca de 20% do valor atual, segundo reportagem publicada no jornal norte-americano New York Times.

Impressoras 3D, na verdade, não são novidades. Elas são usadas, há tempos, pela indústria para testar peças de vários produtos antes de entrar em produção. Mas nenhuma delas, até agora, tinha tamanho e preço capazes de levá-las para dentro das residências, pois a impressora 3D é parecida com uma comum a laser e pode caber em qualquer mesa.
De acordo com a reportagem do New York Times, as impressoras 3D montam um objeto a partir de uma disposição de partículas de um material, construindo modelos em uma pilha de camadas muito finas e, assim, formando uma cópia real.
Fonte: IDG Now! - New York Times
Publicado no jornal O Debate em 12/mai/2007
O anúncio feito pela empresa, uma companhia da IdeaLab, promete uma prototipagem rápida de quaisquer objetos usando plástico. O primeiro modelo chegou ao mercado com custo um pouco elevado. Em, no máximo, quatro anos, a companhia estima que o custo vai cair para cerca de 20% do valor atual, segundo reportagem publicada no jornal norte-americano New York Times.

Impressoras 3D, na verdade, não são novidades. Elas são usadas, há tempos, pela indústria para testar peças de vários produtos antes de entrar em produção. Mas nenhuma delas, até agora, tinha tamanho e preço capazes de levá-las para dentro das residências, pois a impressora 3D é parecida com uma comum a laser e pode caber em qualquer mesa.
De acordo com a reportagem do New York Times, as impressoras 3D montam um objeto a partir de uma disposição de partículas de um material, construindo modelos em uma pilha de camadas muito finas e, assim, formando uma cópia real.
Fonte: IDG Now! - New York Times
Publicado no jornal O Debate em 12/mai/2007
domingo, 22 de abril de 2007
Etiquetas Inteligentes - rumo a um mundo sem fios
Já existem muitas experiências feitas sobre este assunto. Na prática, isto significa que produtos já vão sair da fábrica com microscópico chip de identificação por rádiofreqüência (RFID). Esse chip pode se comunicar com um determinado leitor sempre que atingir o raio de alcance deste. Através de um software existente no leitor, as informações coletadas podem ser transmitidas, em tempo real, a um banco de dados e, daí por diante, podem ser enviadas ao gerenciamento de produção de uma empresa, ou ao departamento de contas a pagar, ou a qualquer outro centro de controle de informações.
Num exemplo cotidiano, isso implica em coisas como passar pelo caixa do supermercado sem que, efetivamente, exista uma pessoa por ali – e sem que as compras sequer saiam do carrinho. E o débito pode ser feito diretamente em conta corrente ou no cartão de crédito.
Pode parecer até idéia de filme de ficção científica, mas é realidade. É a mesma tecnologia do "Sem Parar", que já está em ação em várias rodovias do eixo Rio-São Paulo. Existem, inclusive, outras utilizações para um chip RFID, como a localização de pessoas e equipamentos em tempo real.
Empresas que oferecem soluções de alta tecnologia já estão prontas para atender a demanda inicial. É importante se preparar agora e participar ativamente desta fase de crescimento do mercado de tecnologia.
Fonte: Avvio Soluções
Publicado no jornal O Debate em 22/abr/2007
Publicado no Blog Malima em 23/abr/2007
Num exemplo cotidiano, isso implica em coisas como passar pelo caixa do supermercado sem que, efetivamente, exista uma pessoa por ali – e sem que as compras sequer saiam do carrinho. E o débito pode ser feito diretamente em conta corrente ou no cartão de crédito.
Pode parecer até idéia de filme de ficção científica, mas é realidade. É a mesma tecnologia do "Sem Parar", que já está em ação em várias rodovias do eixo Rio-São Paulo. Existem, inclusive, outras utilizações para um chip RFID, como a localização de pessoas e equipamentos em tempo real.
Empresas que oferecem soluções de alta tecnologia já estão prontas para atender a demanda inicial. É importante se preparar agora e participar ativamente desta fase de crescimento do mercado de tecnologia.
Fonte: Avvio Soluções
Publicado no jornal O Debate em 22/abr/2007
Publicado no Blog Malima em 23/abr/2007
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