Seria trágico se não fosse tão ridículo! Colocaram a cantora Vanusa (pra quê, meu Deus?) para cantar o hino nacional brasileiro no 1º Encontro Estadual de Agentes Públicos, na Assembleia Legislativa de São Paulo.
Naquele clima de absoluto respeito, a mulher já começa errando a letra (...de um novo(?) heroico e brado retumbante...)! Daí pra frente ela segue cantando arrastado, dando sinais claros de que estava "bêbada"! É isso mesmo... bêbada! Ou então, drogada! No final da primeira parte ela "improvisou" trechos totalmente desconexos com a melodia. A plateia até achou que fosse a forte emoção... e a aplaudiu! Depois ela nem conseguiu cantar direito a 2ª parte do hino, e acabou sendo interrompida pelo dirigente da mesa.
Além de ser vergonhoso, causou um constrangimento geral; e rendeu mais um vídeo que creio que deve fazer sucesso na Internet — veja abaixo:
Update: Tiraram a palavra 'bêbada' da legenda do vídeo; agora vão dizer que ela ficou emocionada, ou que tomou um remédio forte, ou algo assim... é desrespeito do mesmo jeito! Ah, o vídeo está sendo bloqueado aos poucos; veja-o diretamente no Youtube, se for o caso.
Essa aí nunca mais vai ser chamada para cantar nada! Talvez nem mesmo as músicas dela... muito embora, depois desse vídeo, algumas pessoas querem fazer uma "campanha" (seríssima!) para que ela cante o hino nacional na abertura da Copa do Mundo de 2014! Será que ela aprende até lá? E se ela ficar tonta de novo?
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domingo, 30 de agosto de 2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Crianças brigando no pátio da escola!
É uma pena... não, eu diria que é uma "vergonha" ter instituições públicas — que deveriam representar o povo brasileiro — compostas por indivíduos tão medíocres, falsos, incompetentes, improbos, corruptos e, acima de tudo, com um comportamento similar ao de crianças brigando no pátio da escola:
— Fessora, põe ele de castigo porque ele me chamou de feio!
É isso que esperamos de nossos senadores? E dos deputados federais e estaduais, governadores, prefeitos, vereadores, etc. e etc.? Quando dizem que somos "nós" que os colocamos lá, eu refuto veementemente: eu não! Eu não votei em nenhum desses que compõem o "séquito de baba-ovos" que não tem vergonha de defender a si mesmo e a seus compadres e apadrinhados. Chega a ser nojento ver senadores como Renan Calheiros (o oportunista do PMDB-AL), Fernando Collor (o Darth Vader do PTB-AL), Wellington Salgado (o "bicho-grilo" do PMDB-MG), Mão Santa (o das mãos sujas do PMDB-PI), e tantos outros bradando defesas insustentáveis como se fossem os donos da verdade (ou seria melhor dizer, "da impunidade") — e todos a favor do acobertamento dos escancarados "atos secretos", em apoio ao "coroné" José Sarney!
Não sou a favor de tirania, injustiça, matança de inocentes, regime ditatorial, nem nada muito radical; aliás, nunca fui! Mas tenho que confessar que me sentiria aliviado se as Forças Armadas retomassem o poder da Nação e pendurassem em paus-de-arara e torturassem publicamente indivíduos como esses... Sim, imagine só! Todos os principais corruptos do país em uma extensa fileira, enfeitando a Esplanada dos Ministérios, sob os olhares e julgamento de quem? Do "Zé Povinho" brasileiro.
E nem precisaria tirar o Lula da presidência. Ele é carismático, populista, insolente e ele tenta aprender a ser presidente; basta deixá-lo viajando. Daria pra deixar também, representando o povo, pessoas como Pedro Simon, Heráclito Fortes, Cristovam Buarque e, até mesmo, o Aluísio Mercadante (só porque é inteligente)!
Update: Retiro meu apoio! Ele também se rendeu, e provou que faz parte da gangue.
O país precisa de "voz de comando"! Para "limpar" as instituições, "reduzir" a bandidagem assanhada e colocar ordem e destino certo nos interesses públicos. Daí eu até passaria a acreditar mais no lema de nosso 'lábaro estrelado': Ordem e Progresso.
Mas o "Zé Povinho" parece que quer fazer como o senador Eduardo Suplicy — o melhor representante do Partido dos Trabalhadores (PT); ele tá sempre por ali, verdadeiramente trabalhando para receber o seu "ganha-pão" mensal, representando de verdade quem o elegeu, interessado em coisas certas, nunca se envolvendo em brigas ou ilicitudes. E ele ainda fecha o vídeo acima com uma das mais lindas músicas de Cat Stevens, "Father and son", num clima total de "paz e amor, bicho"!
— Fessora, põe ele de castigo porque ele me chamou de feio!
É isso que esperamos de nossos senadores? E dos deputados federais e estaduais, governadores, prefeitos, vereadores, etc. e etc.? Quando dizem que somos "nós" que os colocamos lá, eu refuto veementemente: eu não! Eu não votei em nenhum desses que compõem o "séquito de baba-ovos" que não tem vergonha de defender a si mesmo e a seus compadres e apadrinhados. Chega a ser nojento ver senadores como Renan Calheiros (o oportunista do PMDB-AL), Fernando Collor (o Darth Vader do PTB-AL), Wellington Salgado (o "bicho-grilo" do PMDB-MG), Mão Santa (o das mãos sujas do PMDB-PI), e tantos outros bradando defesas insustentáveis como se fossem os donos da verdade (ou seria melhor dizer, "da impunidade") — e todos a favor do acobertamento dos escancarados "atos secretos", em apoio ao "coroné" José Sarney!
Não sou a favor de tirania, injustiça, matança de inocentes, regime ditatorial, nem nada muito radical; aliás, nunca fui! Mas tenho que confessar que me sentiria aliviado se as Forças Armadas retomassem o poder da Nação e pendurassem em paus-de-arara e torturassem publicamente indivíduos como esses... Sim, imagine só! Todos os principais corruptos do país em uma extensa fileira, enfeitando a Esplanada dos Ministérios, sob os olhares e julgamento de quem? Do "Zé Povinho" brasileiro.
E nem precisaria tirar o Lula da presidência. Ele é carismático, populista, insolente e ele tenta aprender a ser presidente; basta deixá-lo viajando. Daria pra deixar também, representando o povo, pessoas como Pedro Simon, Heráclito Fortes, Cristovam Buarque e, até mesmo, o Aluísio Mercadante (só porque é inteligente)!
Update: Retiro meu apoio! Ele também se rendeu, e provou que faz parte da gangue.
O país precisa de "voz de comando"! Para "limpar" as instituições, "reduzir" a bandidagem assanhada e colocar ordem e destino certo nos interesses públicos. Daí eu até passaria a acreditar mais no lema de nosso 'lábaro estrelado': Ordem e Progresso.
Mas o "Zé Povinho" parece que quer fazer como o senador Eduardo Suplicy — o melhor representante do Partido dos Trabalhadores (PT); ele tá sempre por ali, verdadeiramente trabalhando para receber o seu "ganha-pão" mensal, representando de verdade quem o elegeu, interessado em coisas certas, nunca se envolvendo em brigas ou ilicitudes. E ele ainda fecha o vídeo acima com uma das mais lindas músicas de Cat Stevens, "Father and son", num clima total de "paz e amor, bicho"!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Falta de vergonha na cara
A Polícia Federal gravou, com autorização judicial, diálogos envolvendo o ex-presidente Jose Sarney, seu filho Fernando, sua neta Beatriz e um assessor parlamentar. O conteúdo nada mais é do que o "pedido" de emprego para o namorado de Beatriz, já que o irmão dela — que era assessor desde quando Sarney era presidente do Senado — resolveu sair porque "arrumou trabalho melhor". Observem o empenho e esforço dos envolvidos para que o rapaz seja empregado no menor tempo possível, sem concurso, sem entrevista, talvez sem qualificação alguma para o cargo!
Depois disso, o José Sarney nem pode vir com a alegação de que não sabia de "atos secretos", nepotismo e outros assuntos correlatos. É mentira da grossa e muita falta de vergonha na cara.
Por mim, seria preso hoje mesmo, sem direito a habeas corpus até o final do julgamento, e seria condenado a passar o resto da vida numa cadeia (comum) para servir de exemplo!
— citando Millôr: "Todo político sábio fala duas vezes antes de pensar".
Depois disso, o José Sarney nem pode vir com a alegação de que não sabia de "atos secretos", nepotismo e outros assuntos correlatos. É mentira da grossa e muita falta de vergonha na cara.
Por mim, seria preso hoje mesmo, sem direito a habeas corpus até o final do julgamento, e seria condenado a passar o resto da vida numa cadeia (comum) para servir de exemplo!
— citando Millôr: "Todo político sábio fala duas vezes antes de pensar".
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