O laboratório de pesquisa da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) desenvolveu uma tecnologia de construção de baterias que dispensam a recarga por até 30 anos, mesmo em funcionamento constante. Ao que tudo indica, elas estarão disponiveis no mercado em 2 ou 3 anos.
Os cientistas da USAF revelaram ao mundo os princípios que permitem o funcionamento prolongado das baterias denominadas "beta-voltaicas", sem necessidade de recarga. Elas podem ser usadas em celulares, notebooks, hand-helds, e mais alguns aparelhos portáteis.
A base tecnológica é a desintegração de radioisótopos para capturar emissões de elétrons beta, utilizando a eletricidade deles para energizar chips e gerar uma corrente regular de energia. Em outras palavras, é uma substância radioativa — não tóxica — que gera energia constante por um período muito longo. Daí a possibilidade de usar estas baterias em notebooks, por exemplo, por cerca de 30 anos.
E estas baterias ainda possuem outros benefícios. Como as reações não são térmicas, não há geração de calor, ou seja, elas não esquentam — o que evita incêndios, como em casos já divulgados. As camadas de radioisótopos e semicondutores são muito finas e permitem o seu uso em aparelhos de tamanho físico bem reduzido. E, para completar, como não são prejudiciais ao ser humano, podem ser jogadas no lixo sem problema algum para o meio ambiente.
Obviamente, elas serão usadas primeiro em aparelhos de órgãos do governo americano e nas Forças Armadas. Entretanto, elas devem virar uma realidade comercial, ao alcance de todos, nos próximos 2 ou 3 anos.
Fonte: Electronista - Next Energy News
Publicado no jornal O Debate em 03/out/2007
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Google vai entrar no mercado de telefonia
O "gPhone" (peça chave do projeto "Android"), smartphone da Google, deve chegar ao mercado mundial agora em setembro. O interesse é conquistar mais uma fatia do mercado de tecnologia com uma solução simples, poderosa e barata.
O aparelho da Google, que deve concorrer com o iPhone da Apple, não deve se limitar somente a um único modelo de celular e, sim, de diferentes modelos de alguns fabricantes, como a HTC e a Samsung. Quem adquirir um destes aparelhos vai ter acesso a todas as tecnologias da Google: GMail, aplicativos Docs, GoogleMaps, monitoramento GPS, etc.

Existem rumores de que o "gPhone" — nome não oficial — possa também disputar espaço até mesmo com modelos de notebooks populares, com custo de produção mais baixo. O sistema operacional que controla o aparelho foi baseado no Linux e possui código aberto. As demais aplicações devem ser providas pela Google mesmo ou por empresas parceiras e desenvolvedoras de soluções.
O "gPhone" já havia sido anunciado no início de 2007, com o nome de "Google Switch", como um aparelho desenvolvido com tecnologia Samsung. Entretanto, a HTC, líder asiática na produção de eletrônicos, também deve estar desenvolvendo uma versão do aparelho.
Fonte: O Globo Online
Publicado no jornal O Debate em 30/ago/2007
O aparelho da Google, que deve concorrer com o iPhone da Apple, não deve se limitar somente a um único modelo de celular e, sim, de diferentes modelos de alguns fabricantes, como a HTC e a Samsung. Quem adquirir um destes aparelhos vai ter acesso a todas as tecnologias da Google: GMail, aplicativos Docs, GoogleMaps, monitoramento GPS, etc.

Existem rumores de que o "gPhone" — nome não oficial — possa também disputar espaço até mesmo com modelos de notebooks populares, com custo de produção mais baixo. O sistema operacional que controla o aparelho foi baseado no Linux e possui código aberto. As demais aplicações devem ser providas pela Google mesmo ou por empresas parceiras e desenvolvedoras de soluções.
O "gPhone" já havia sido anunciado no início de 2007, com o nome de "Google Switch", como um aparelho desenvolvido com tecnologia Samsung. Entretanto, a HTC, líder asiática na produção de eletrônicos, também deve estar desenvolvendo uma versão do aparelho.
Fonte: O Globo Online
Publicado no jornal O Debate em 30/ago/2007
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Pac Man ajuda a estudar a reação cerebral das pessoas
Uma equipe de pesquisadores do University College London desenvolveu um jogo de computador baseado no famoso Pac Man com o objetivo de estudar como o cérebro reage ao enfrentar situações de perigo. Ficou claro que o comportamento depende da distância em que a ameaça está porque mecanismos diferentes são ativados e indicam se o indivíduo deve fugir ou não.

Depois de tantos anos após o seu lançamento, o jogo Pac Man inspirou pesquisadores num estudo sobre a atividade cerebral humana frente a obstáculos e ameaças.
No jogo desenvolvido um predador caça um jogador voluntário dentro de um labirinto e as reações e a atividade cerebral desta pessoa examinada são medidas através de ressonância magnética. Quando o predador fica mais próximo, o temor de ser capturado faz a região cerebral que comanda a estratégia emitir estímulos imediatos para uma área que comanda a reação e o jogador foge; e ele recebe um choque elétrico suave toda vez em que é pego pelo predador.
Quando a ameaça está distante, a atividade do córtex pré-frontal - atrás das sobrancelhas - aumenta por causa da ansiedade e ajuda a controlar as reações. O curioso é que, ao pressentir o perigo, o funcionamento do cérebro assume uma postura mais primitiva de autoproteção e até se prepara para a dor. Dean Mobbs, líder da pesquisa, informou que a estratégia de sobrevivência é determinada pelo grau de ameaça que a pessoa sente; quanto mais perto está uma ameaça, mais impulsiva é a resposta do ser humano.
Se você é uma daquelas pessoas que acha que os jogos, principalmente os eletrônicos, foram criados apenas para divertir condicionando quem joga a ações meramente repetitivas de forma prejudicial, sem estímulo ao raciocínio e à criatividade, deve repensar seus conceitos. A maioria dos jogos surte efeito contrário, estimulando positivamente as reações humanas — o que deve ser verdadeiramente combatido é o exagero e o vício!
Publicado no jornal O Debate em 27/ago/2007

Depois de tantos anos após o seu lançamento, o jogo Pac Man inspirou pesquisadores num estudo sobre a atividade cerebral humana frente a obstáculos e ameaças.
Quando a ameaça está distante, a atividade do córtex pré-frontal - atrás das sobrancelhas - aumenta por causa da ansiedade e ajuda a controlar as reações. O curioso é que, ao pressentir o perigo, o funcionamento do cérebro assume uma postura mais primitiva de autoproteção e até se prepara para a dor. Dean Mobbs, líder da pesquisa, informou que a estratégia de sobrevivência é determinada pelo grau de ameaça que a pessoa sente; quanto mais perto está uma ameaça, mais impulsiva é a resposta do ser humano.
Se você é uma daquelas pessoas que acha que os jogos, principalmente os eletrônicos, foram criados apenas para divertir condicionando quem joga a ações meramente repetitivas de forma prejudicial, sem estímulo ao raciocínio e à criatividade, deve repensar seus conceitos. A maioria dos jogos surte efeito contrário, estimulando positivamente as reações humanas — o que deve ser verdadeiramente combatido é o exagero e o vício!
Publicado no jornal O Debate em 27/ago/2007
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Uma Polaroid que não precisa sacudir para ver a foto
A partir de 2008 deve estar disponível no mercado uma câmera digital com impressora embutida — uma versão atualizada das conhecidas câmeras Polaroid — usando um papel especial que reage ao calor e imprime sem usar tinta.
As empresas Polaroid e Zink vêm trabalhando no desenvolvimento de uma câmera digital que também pode imprimir instantaneamente as fotos tiradas. O nome Polaroid dispensa apresentações; Zink vem de "zero ink", ou seja, sem tinta, e é uma empresa que cria produtos com o mesmo conceito de rapidez de obtenção do resultado das antigas Polaroid — daí a parceria bem sucedida.
As empresas ainda estão desenvolvendo o produto final, mas a tecnologia de uso de impressoras tão pequenas que possam ser acopladas junto a câmeras ou celulares já existe e é fruto do trabalho da Zink. A impressora portátil se conecta a qualquer equipamento que possua conexão USB ou Bluetooth.

Para que as fotos saiam coloridas é usado um tipo de papel sensível ao calor; os correspondentes a "cabeças de impressão" ajustam cada ponto da imagem no papel para a cor correta, em diferentes temperaturas. O funcionamento é semelhante ao de impressoras térmicas de alta qualidade, só que em tamanho bastante reduzido. E, se você não gostar da impressão, pode usar o papel novamente, porque ele é reciclável.
A idéia é fazer chegar ao mercado um produto de qualidade e barato, acessível ao consumidor padrão de câmeras digitais e celulares com este recurso. Na verdade, a Zink até já possui o produto pronto, mas tudo indica que a parceria entre as duas empresas aposta na "Polaroid do futuro".
Fonte: Terra - Digital Drops
Publicado no jornal O Debate em 20/jun/2007
As empresas Polaroid e Zink vêm trabalhando no desenvolvimento de uma câmera digital que também pode imprimir instantaneamente as fotos tiradas. O nome Polaroid dispensa apresentações; Zink vem de "zero ink", ou seja, sem tinta, e é uma empresa que cria produtos com o mesmo conceito de rapidez de obtenção do resultado das antigas Polaroid — daí a parceria bem sucedida.
As empresas ainda estão desenvolvendo o produto final, mas a tecnologia de uso de impressoras tão pequenas que possam ser acopladas junto a câmeras ou celulares já existe e é fruto do trabalho da Zink. A impressora portátil se conecta a qualquer equipamento que possua conexão USB ou Bluetooth.

Para que as fotos saiam coloridas é usado um tipo de papel sensível ao calor; os correspondentes a "cabeças de impressão" ajustam cada ponto da imagem no papel para a cor correta, em diferentes temperaturas. O funcionamento é semelhante ao de impressoras térmicas de alta qualidade, só que em tamanho bastante reduzido. E, se você não gostar da impressão, pode usar o papel novamente, porque ele é reciclável.
A idéia é fazer chegar ao mercado um produto de qualidade e barato, acessível ao consumidor padrão de câmeras digitais e celulares com este recurso. Na verdade, a Zink até já possui o produto pronto, mas tudo indica que a parceria entre as duas empresas aposta na "Polaroid do futuro".
Fonte: Terra - Digital Drops
Publicado no jornal O Debate em 20/jun/2007
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Há 50 anos a primeira imagem digital era apenas um bebê
Hoje vemos imagens geradas por câmeras digitais, celulares, scanners, satélites, sondas espaciais, códigos de barras, etc. e nem imaginamos que há 50 anos tudo começou com o rosto de um bebê.
A primeira imagem considerada "digital" nasceu do interesse de um americano que teve a idéia, em 1957, de fazer com que os computadores pudessem "olhar para as imagens". Russell Kirsch, considerado um dos pioneiros da computação, trabalhava no National Bureau of Standards (NBS, atualmente National Institute of Standards and Technology, ou NIST) e, juntamente com outros colegas, construiu um certo tipo de scanner com um tambor rotativo. A mesma equipe já tinha desenvolvido o Standards Eastern Automatic Computer (SEAC), considerado o primeiro computador programável.
Eles conseguiram fazer com que a máquina pudesse traduzir uma imagem em códigos numéricos e, assim, pudesse ser armazenada digitalmente num computador. A primeira imagem possuía apenas 176 pixels (picture cells), um formato de 5 x 5 cm, elevado índice de granulação, e tinha sido gerada a partir de uma foto do filho de Kirsch de apenas 3 meses de idade, chamado Walden.

Independente da qualidade baixa daquela foto em preto e branco, a experiência abriu caminho para o tratamento digital de tudo o que se relaciona com imagens nos computadores e equipamentos eletrônicos atuais.
Em 2003, a revista Life escolheu a foto digitalizada do filho de Kirsch como uma das "100 fotografias que mudaram o mundo". Atualmente, Kirsch vive com sua esposa Joan, que estuda a história da arte, em Oregon, nos Estados Unidos. Walden, cujo rosto marcou o início da era da fotografia digital, trabalha na área de comunicação da Intel.
Fonte: IDG Now!
Publicado no jornal O Debate em 04/jun/2007
A primeira imagem considerada "digital" nasceu do interesse de um americano que teve a idéia, em 1957, de fazer com que os computadores pudessem "olhar para as imagens". Russell Kirsch, considerado um dos pioneiros da computação, trabalhava no National Bureau of Standards (NBS, atualmente National Institute of Standards and Technology, ou NIST) e, juntamente com outros colegas, construiu um certo tipo de scanner com um tambor rotativo. A mesma equipe já tinha desenvolvido o Standards Eastern Automatic Computer (SEAC), considerado o primeiro computador programável.
Eles conseguiram fazer com que a máquina pudesse traduzir uma imagem em códigos numéricos e, assim, pudesse ser armazenada digitalmente num computador. A primeira imagem possuía apenas 176 pixels (picture cells), um formato de 5 x 5 cm, elevado índice de granulação, e tinha sido gerada a partir de uma foto do filho de Kirsch de apenas 3 meses de idade, chamado Walden.

Independente da qualidade baixa daquela foto em preto e branco, a experiência abriu caminho para o tratamento digital de tudo o que se relaciona com imagens nos computadores e equipamentos eletrônicos atuais.
Em 2003, a revista Life escolheu a foto digitalizada do filho de Kirsch como uma das "100 fotografias que mudaram o mundo". Atualmente, Kirsch vive com sua esposa Joan, que estuda a história da arte, em Oregon, nos Estados Unidos. Walden, cujo rosto marcou o início da era da fotografia digital, trabalha na área de comunicação da Intel.
Fonte: IDG Now!
Publicado no jornal O Debate em 04/jun/2007
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